segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Plenitude Feminina

Estes dias estávamos eu e minha amiga no bosque. As duas estavam sentadas num pseudo-tronco de árvore feito de concreto cheio de musgo nas laterais. Eu liguei meu celular para ouvirmos umas músicas diferentes enquanto meditávamos. Sim! Fomos até lá para fugir da vida normal e entrar em nossas próprias mentes e saber o que realmente se passa com o nosso lado avesso. E meditamos.

Nos sentamos naquela concreto (vulgo tronco), erguemos nossas cabeças para o alto, posicionamos nossas mãos em nossos joelhos, fechamos os olhos, respiramos profundamente, pensamos em coisas boas e fechamos nossos olhos em busca de um encontro com nosso EU espiritual. Bem, eu tenho andado meio mística estes tempos e acredito que o amor nada mais é que uma afinidade entre espíritos com intelectos similares buscando um mesmo ideal. Nada de nhén-nhén-nhén, mas um afeto verdadeiro sem exageros.

Falando em amor. Enquanto estávamos numa conversa árdua sobre nossas vidas, descobrimos que chegamos em nossa "plenitude feminina", um termo inventado por nós mesmas para citar este sentimento estranho de liberdade amorosa. YEAP! Sinto que estou bem comigo mesma da maneira que estou.

Não! Não entenda isto como mero conformismo. Estou buscando o máximo conquistar um espaço social. Acredito que cada pessoa é desenvolvida para alguém, seja onde ela estiver é bem provável que você encontre a pessoa que todos lhe dirão: "Meu Deus! Como vocês se parecem!" Eu acredito que isto não seja mera coincidência, mas um destino pré-estabelecido por uma força maior que nós mesmos.

Sinceramente, eu sinto que estou bem comigo mesma e isto me assusta, porque eu sempre estive gostando de alguém e agora simplesmente gosto das pessoas de maneira fraternal. E não sinto a mínima necessidade de dividir este sentimento com um cara estranho que olhará no fundo dos meus olhos e me dirá "namore comigo!". Provavelmente eu aceitarei ser a melhor amiga dele, namorada não. É muita obrigação ter de ligar para dizer boa noite depois de um dia cansativo onde a minha vontade é de dar um soco na parede. Provavelmente aquele cara sensível que PRECISA ouvir minha voz antes de dormir não iria gostar de receber um "Boa noite" com voz de trouxa ao telefone, né?!

domingo, 29 de agosto de 2010

Teoricamente apaixonada


Namorar é chato! Adoro me apaixonar. E estou apaixonada. Adoro sentir frio na barriga assim que aquele cara aparece e adoro aquele nervosismo de quando ele está vindo para perto de mim.

No entanto, prefiro os amores platônicos. Admiro o suspense que este sentimento nos causa. É incrível o fato de você se matar de felicidade por dentro só porque o divino ser encostou por um milésimo de segundo em seu ombro. ELE SÓ ENCOSTOU NO OMBRO e nem foi para falar com você, mas nós ficamos bestas do mesmo jeito.

É cômico termos plena consciência de que o dito cujo não dá a mínima para a sua presença ali, embora muitas vezes nós perdemos a consciência por imaginar que ele só está te olhando porque te condena por ser sentimentalmente submissa de sua imagem. Oh, céus!

Eu tenho uma teoria de que o melhor do namoro é a conquista. Primeiro, que você faz de tudo para a pessoa perceber a sua existência. E outra, você não a tem com você, mas já mentaliza como as coisas aconteceriam. No meu caso, gosto de romantizar a realidade e pensar em como seria a presença dele em minha vida. No que este relacionamento poderia influenciar psicológicamente? Sério, isto me conforta.

Apesar de a primeira coisa que me vem à cabeça quando alguém me pede em namoro é: "será que ele sabe fazer macarrão italiano e vai gostar de deitar comigo para falar sobre coisas divertidas?" Óbvio, eu gosto do namoro além disto, mas gosto de pessoas imprevisíveis assim como eu. Acho os pensamentos mirabolantes e não-óbvios fascinantes e o que me causa repulsa é o sentimento de comodismo que os namoros me passam. Já os amores platônicos oscilam de tal maneira que me frustram. It's nice and I like it.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

O homem perfeito


Está provado! Nunca me dei bem com geminianos. Concordo que tenho bons amigos com este signo e que dê muita risada com eles, mas eles têm uma personalidade muito difícil da qual eu tenho repulsa. Vejo pelo meu irmão - 6 de junho - ele é café com leite. Embora tenha uma pessoa que muito me agrada em gêmeos. No entanto, isto não vem ao caso agora.

Um estereótipo que sempre me atraiu foi homem careca - careca mesmo, não os calvos - com olhos claros, semblante intelectual e descontraído, bem vestido e com dons artísticos. Agora veja: estava eu em São Paulo assistindo Brasil versus Chile em uma padaria, quando de repente olho para o lado, lá está o tal estereótipo. Pensei: "Por que não falar com ele?"

E o diálogo seguiu desta maneira:

Cal: Você vai ficar para o segundo tempo?
PH: Vou.
Cal: Então vou sentar com você.

Simples! Foi bem interessante. Sinceramente, eu senti que havia encontrado o cara perfeito, pelo menos em minha concepção de perfeição: careca, olhos claros, bem vestido, bom papo, dons artísticos para pintura e fotografia, provavelmente, sabe escolher um bom vinho e suas respectivas combinações. Gostei.

Aí vem o outro lado da história. O moço da padaria me chamou para sair três dias depois. Sabe a minha resposta? Não. Meu Deus! Ele era tão perfeitinho que até mesmo meu subconsciente teve determinada repulsa. Acabei de crer que a mulher é um ser estranho, apesar de gracioso.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Quando eu for mãe...

Quando eu for mãe irei amar meus filhos desde a gestação. Terei agonia em mexer no umbigo do bebê com medo de machucar. E saberei identificarei o motivo de cada choro de meus filhos: manha, cólica, enxaqueca, tristeza, dor ou medo de ficar no escuro sozinho. Quando eu for mãe me emocionarei com o balbuciar de "mã" da criança e ligarei para toda a família aos prantos para dizer que ele olhou para mim e me chamou de "mãe", mesmo sabendo que aos 4 meses aquele serzinho só enxergue vultos e nem saiba o significado da sílaba "mã". Quando eu for mãe não me importarei se meus filhos usassem a mão como um talher alternativo e a roupinha nova que ganhou da madrinha como guardanapo. Quando eu for mãe ensinarei meus filhos a pedirem por favor e dizerem obrigado. Não os quero me chamando de senhora. Os ensinarei que a melhor maneira de se conseguir tudo é com persistência e educação. Eles terão tudo. Eles serão persistentes e educados. Quando eu for mãe eu brincarei com meus filhos. Serei a mãe mais boba do mundo. Acharei magnífico quando eles me presentearem com um cinto feito de macarrão espaquete no dia das mães. Quando eu for mãe mostrarei aos meus filhos o lado bom de todas as coisas. O lado bom das pessoas, da família, dos inimigos, dos amigos, daquele cachorro que rosnou pra gente de manhã, daquela cidade poluída, daquele campo florido e o lado bom da nossa relação. Quando eu for mãe, terei um diálogo franco com eles. Falarei sobre drogas, sexo e violência. Não quero que eles tenham repulsa a falar comigo sobre tabús. Acharei interessante mostrar-lhes a realidade, sem que tenha de impedí-los de saber como funciona tais conceitos. Quando eu for mãe ficarei com o coração partido quando meu filho sair sozinho pela primeira vez. Quando eu for mãe presentearei meus filhos com brinquedos e livros. Muitos brinquedos. Muitos livros. Eles serão pessoas divertidas e inteligentes. Farei questão de investir naqueles pequenos. Aulas de ballet, natação, violão, bateria, violino, flauta, inglês, espanhol, viagem ao exterior. Eles terão um bom gosto musical e literário também. Quando eu for mãe, serei protetora. Darei bons conselhos a eles e confiarei na educação que dei ao longos de seus 18 anos em baixo das minhas asas. Ensinarei meus filhos a se defenderem dos colegas chatos e de pessoas desconhecidas, mas ficarei me corroendo por dentro se algo de ruim acontecer, mesmo sabendo que eles já têm idade para se cuidarem sozinhos. Quando eu for mãe, aprenderei a mentir. Farei suco de limão com couve e direi que está verde, porque os limões são verdes. Simples! Quando eu for mãe também serei professora de matemática, física, química, português, história, geografia, artes, filosofia. Apoiarei meus filhos nas escolhas de curso para faculdade, seja ela a tradicional Arquitetura ou a exótica Naturologia Aplicada. Sinceramente eu gostaria de criá-los apenas para mim, mas sei que não será assim. Enquanto isso, quando eu for mãe cantarei para os meus filhos dormirem, inventaremos histórias de madrugada até que eles peguem no sono, assistiremos filmes animados até tarde tomando calda de chocolate, os vestirei com pijamas cheirosos, farei leite quente e ficarei um tempo naquela caminha pequena numa posição desajeitada até que o monstro do armário saia para que meus filhos durmam tranquilos. Enfim, quando eu for mãe também levarei comigo outros títulos: a psicóloga, a pedagoga, a advogada, a engenheira, a publicitária, a estilista, a médica e a mãe.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Você já se apaixonou por um professor?

Claro que sim!

Eu lembro da minha época de criança quando eu tinha um professor de educação física: LINDO! Garanto que se eu o visse na rua diria: "meu Deus! Como eu pude gostar dele?" Se bem que hoje em dia tem aqueles que são os xodós do ano. Óbvio que nós mulheres também fazemos eleições quanto a isto.

Mas você já se apaixonou o bastante a ponto de não querer fazer mais nada além de estar com seu professor, falar com seu profesor, pensar em seu professor ou qualquer coisa do tipo? Esta garotinha sim. Assistam e chorem!



sexta-feira, 5 de março de 2010

Exibição de Avatar em 4D na Coréia

Enquanto nós aqui no Brasil nos divertimos e saímos felizes para comer uma pizza depois de assistir um super filme numa super tela de super 3D, na Coréia o público fica exacerbadamente empolgado com Avatar exibido em 4D.

Meu Deus, é o máximo! Você entra na sala de cinema, senta naquela poltrona fofinha, achando que é apenas uma poltrona fofinha (bobinho...). E de repente, quando o filme você começa a sentir o cheiro de explosivos, a água e o vento batendo em seu rosto e até aquela poltrona gostosinha começa a se mexer.

Imagina! Experiências sensoriais sincronizadas durante duas horas e meia constantes. E aquela poltrona que você achou fofinha e gostosinha de se acomodar começa a se mexer para simular um navio em movimento.

Assista a um trecho do filme em 4D. Não! você não precisa dos óculos.



Migração

O blog está um pouco abandonado. Sem posts e sem muitos atrativos. Eu entendo o por quê da falta de acessos. Imagino que se alguém tivesse um blog que tivesse postagens a cada mês seria um saco ter de lembrar o nome do blog para acessá-lo de novo.

Fazendo jus ao pai engenheiro, fisicamente pensando, meu blog anda na linha da segunda lei de Newton, inércia total. E como para tudo na vida há uma explicação, eu tenho a minha replica a vocês. Sim! Eu tenho. Estou migrando para o WordPress. Tenho lá os meus motivos, mas em breve vocês terão a chance de conhecer um blog mais revolucionário e com espírito mais interativo mesmo.

Estou com diversos projetos e um deles eu iniciei na tarde de ontem, a gravação de um videocast com entrevista com pofissionais de propaganda da região. Para estreiar, conversei com Rogério Costa, Produtor Gráfico da Atributo Comunicação. Está ficando super legal, eu adorei!

Agora é só apertar o F5 e viver feliz para sempre. Simples assim!